sexta-feira, 3 de junho de 2016

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Para Pastores e Ministros do Evangelho - Sua Liderança Nunca Mais Será a Mesma!



Se você é um líder que contribui com a sua Igreja, e já tem resultados... mas quer avançar ainda mais...

Eu tenho uma excelente oportunidade para você!

Eu sei que a formação espiritual madura é o diferencial entre um líder aprovado por Deus e outro que não é...

Mas, vivemos em uma época onde os membros da igrejas exigem cada vez mais um ensino e mensagens mais aprofundadas e com aplicações práticas para o dia a dia.

Também sei que um líder nunca está sozinho...

Ele sempre estará com um companheiro de liderança, com sua esposa ou esposo, com seus auxiliares...

Enfim... sempre tem alguém o ajudando a desenvolver o seu trabalho...

Porém, muitas vezes, quem está ajudando nem sempre tem a capacidade necessária e suficiente para contribuir de modo mais eficaz principalmente em relação a esse conhecimento mais aprofundado.

Por isso, pesquisei e encontrei esta excelente oportunidade que você pode presentear alguém:
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Fique com Deus.

Jesus e as crianças



“Respondeu-lhes Jesus: Sim; nunca lestes: Da boca de pequeninos e crianças de peito tiraste perfeito louvor?” Mateus 21.16

Durante o ministério de Jesus, a presença de crianças pode ser notada, embora no contexto social elas estivessem em desvantagem. Quando os sacerdotes e escribas repreenderam a livre manifestação de louvor de crianças a Jesus, o Mestre refutou esta repressão com um texto bíblico (Salmos 8.2).
A frase célebre de Jesus afirmando “deixai vir a mim os pequeninos” sempre é lembrada quando falamos de crianças. Mas o que Jesus queria dizer com estas palavras? Certamente há uma mensagem importante neste contexto que revela o tratamento de Jesus para as crianças.

Como Jesus tratava as crianças?

Vamos refletir nas três passagens que Jesus afirma “deixai vir a mim os pequeninos” e refletir sobre o tratamento de Jesus para as crianças:

1- Jesus dá liberdade às crianças: Mateus 19.14 “Jesus, porém, disse: Deixai os pequeninos, não os embaraceis de vir a mim, porque dos tais é o reino dos céus”.

O evangelista Mateus, ao narrar a fala de Jesus sobre as crianças, enfatizou o desejo de Jesus em que as crianças tenham liberdade de vir até Ele. Os discípulos estavam achando que as crianças estavam atrapalhando o Mestre. Mas a preocupação maior do Senhor era que não houvesse ‘embaraços’ ou dificuldades para que as crianças tivessem acesso à sua pessoa.
Um exemplo de criança que teve livre acesso até Jesus foi o menino com cinco pães e dois peixes (João 6.9). Embora os discípulos estivessem achando difícil alimentar tão numerosa multidão, aquele menino anônimo se dispôs a contribuir com seu lanchinho. Este comportamento revela que as crianças são surpreendentes e mais ainda é o que Jesus pode fazer através delas.
Hoje em dia existem muito embaraços que dificultam o acesso de crianças a Jesus. Por exemplo, a falta de exemplo de adultos, a malícia ensinada a elas desde pequenas, o consumismo, falta de pessoas para ensinar e discipular crianças. Outro empecilho é o tratamento da espiritualidade das crianças como se fosse uma brincadeira, fazendo que quando crescem deixem a igreja pensando que é algo infantil.

Jesus quer que as crianças sejam livres para vir até Ele!

2- Jesus vê e defende as crianças: Marcos 10.14 “Jesus, porém, vendo isto, indignou-se e disse-lhes: Deixai vir a mim os pequeninos, não os embaraceis, porque dos tais é o reino de Deus”.

O evangelista Marcos acrescenta ao texto que Jesus estava olhando para as crianças e ao ver que os discípulos as impediam de ir até Ele, sentiu-se indignado com isso. Com isto aprendemos que Jesus está sempre olhando para as crianças e não fica satisfeito quando alguma mal é feito a elas.
Um menino estava possesso de espírito maligno que o prendia deixando-o tão apavorado que se lançava no fogo (Marcos 9.22), mas Jesus o libertou deste mal. Enquanto os fariseus julgavam a história de vida daquela família e os discípulos ficaram confusos sem saber o que fazer, Jesus tomou atitude para salvar aquela criança. Jesus viu o sofrimento do menino e o defendeu do inimigo.
As crianças precisam de cuidado. É necessário estar sempre olhando por elas. Um bom tutor nunca perde uma criança de vista. Além disso, proteger a criança de coisas que lhe façam mal é indispensável. Infelizmente muitas crianças são educadas pela TV e os pais não estão vendo o que acontece com elas. Os responsáveis devem defender os direitos das crianças não pensando que somente prover sustento é o suficiente.

Jesus está olhando as crianças para defendê-las de todo mal!

3- Jesus chama as crianças: Lucas 18.16 “Jesus, porém, chamando-as para junto de si, ordenou: Deixai vir a mim os pequeninos e não os embaraceis, porque dos tais é o reino de Deus”.

O evangelista Lucas enfatiza que Jesus chamou as crianças para perto dele. O texto demonstra que alguém estava atrapalhando as crianças de estar perto de Jesus. Os discípulos estavam influenciados pelos valores sociais que excluíam as crianças de muitos direitos como o culto, por exemplo. Mas Jesus queria incluir as crianças declarando que elas já são proprietárias dos Reino de Deus.

A filha de Jairo, quando estava doente e Jesus foi à sua casa para curá-la, mas quando chegou ela já estava morta. A primeira atitude de Jesus foi pedir que algumas pessoas (adultos) se retirassem, por não acrescentar a fé necessária no momento. Mesmo a menina estando morta, Jesus foi até ela e a chamou, mandando que se levantasse (Lucas 8.54). A menina ressuscitou! Quando Jesus chama as crianças ele dá vida e tira tudo que tem trazido morte aos pequeninos.

Muitas crianças estão morrendo sem Jesus. Mal começam sua vida e já conhecem a morte pela violência, drogas, doenças e todo tipo de injustiça. Jesus está chamando as crianças para ficar perto Dele. A presença de Jesus é a maior segurança que uma criança pode ter.

Jesus está chamando as crianças para viver em Sua presença!

A expressão de Jesus para que as crianças pudessem vir até Ele deve ser pregada com ênfase no dever de conduzir os pequeninos até Cristo. Certamente muitas daquelas crianças que Jesus abençoou se tornaram seus discípulos posteriormente.

Aprendemos que Jesus trata as crianças:
-dando a elas a liberdade de expressar sua fé com sua pureza e simplicidade peculiar;
-olhando para elas e defendendo de todo perigo;
-chamando as crianças para estar perto Dele.

Jesus tratava as crianças com amor!

Como discípulos de Jesus, devemos conduzir as crianças no Caminho de Cristo!

*** A Palavra de Deus é a maior herança que você pode deixar para seus filhos!

Quando se trata de Internet, é muito importante que vocês verifiquem os sites de maior interesse dos seus filhos, pois só assim ficarão inteirados dos conteúdos com os quais eles estão tendo contato. Por isso, nossa idéia de compartilhar com vocês, pais ou responsáveis, uma excelente opção de ensino e conteúdo cristão infantil.

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Como Memorizar Versículos da Bíblia?




Há muitos benefícios em memorizar as Escrituras. Quando estiver em uma situação difícil, saber o que Deus disse pode ajudá-lo a superar qualquer obstáculo.

Nos EUA existe até competições de memória da Bíblia nas quais você pode competir para ganhar US$ 100.000! Mas isto é apenas uma curiosidade, o mais importante é a transformação que a Palavra de Deus pode trazer pra sua vida e para o seu próximo.

Então, como decorar os versículos da Bíblia?

1- Vá para um lugar calmo, como o seu quarto, onde você não seja interrompido por outras pessoas. Sinta-se confortável. Escore algumas almofadas, se você preferir. O ideal é que não deve haver qualquer distração em potencial. Desligue o som e a TV e não atenda o telefone. Você precisa de concentração.

2- Peça a Deus para ajudá-lo a entender o que o versículo significa e ajudá-lo a ser capaz de vivê-lo em sua vida diária. A oração é muito poderosa, mas você nunca vai saber o quanto Deus trabalha em sua vida até que você vá a Ele diariamente com o que está lhe preocupando.

3- Memorize a referência. Diga o versículo em voz alta, incluindo a referência (por exemplo, João 3:16) uma vez no início e uma vez no final. Dessa forma, você vai memorizar a referência mais rapidamente.

4- Repita o versículo em voz alta. Varie a velocidade em que você recita. Concentre-se em pronunciar cada palavra claramente.

5- Concentre-se nas palavras-chave. Se você está memorizando João 3:16: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna", as palavras-chave seriam "Deus", "amou", "mundo", "Filho", "todo aquele", "crê", "pereça", "vida" e "eterna". Agora junte-as falando o versículo inteiro.

6- Jogue um jogo de memória. Escreva o versículo em uma lousa. Certifique-se de que você pode ler o que escreveu. Leia o versículo algumas vezes, em seguida, apague 2 palavras de cada vez. Continue dizendo o versículo até que todas as palavras sejam apagadas. Se você for capaz de dizê-lo perfeitamente sem palavras no quadro, se dê os parabéns.

7- Repita esse passos diariamente. Recite versículos em sua cabeça enquanto você está no supermercado. Diga em voz alta enquanto você passeia com o cachorro. Quando você achar que decorou, recite-o para sua família e amigos!

8- Escreva-os em cartões com canetas coloridas. Cole-os em seu quarto em lugares que você frequente ou observa por mais tempo (sua cama, acima de seu interruptor de luz, em seu espelho do banheiro, etc.)

9- Estude versículos que lhe prometem uma boa memória como João 14:26, 1 João 2:20, 1 Coríntios 1:5, Provérbios 10:7, 1 Coríntios 2:16, Hebreus 8:10, Salmos 19

10- Para cada vez que você ler mentalmente, leia mais 5 vezes em voz alta.

11- Transforme o versículo em uma canção e cante-a sempre que puder.

12- Se puder, faça o curso de Memorização da Bíblia - Memo Bible 3000.

PS. Lembre-se de que Deus se preocupa mais com o quanto o seu coração reflete os versículos do que com o fato de você os memorizar; Ele não se importa tanto sobre quantos você memoriza, contanto que você siga a Sua Palavra.

Não se apresse. Não pronuncie de qualquer forma suas palavras. Pronuncie-as claramente e pense sobre elas.

A Pregação Pura e Simples!

























Como desenvolver o ministério da pregação, a ponto de tocar corações e
contribuir com a transformação de centenas (e milhares) de pessoas
onde estiver?

»»» Quero ser um pregador completo!

Pregação é algo simples... Porém, necessita de alguns fatores que
contribuem de modo definitivo com o sucesso da ministração.

O ministério da pregação não é algo que o homem desenvolve para
parecer útil no Reino de Deus. Mas, é Deus quem distribui os dons a
cada homem, tornando-os mordomo de tal ministério...

Para isso, precisamos buscar a perfeição no que fazemos no trabalho
cristão.

E para contribuir com seu desenvolvimento, segue abaixo um artigo bem
objetivo e didático.

Boa leitura!

***

Pregação Pura e Simples… Sem Complicação!

Você sabia que centenas (talvez milhares) de todos aqueles que proclamam a Palavra de Deus, estão mais para agitadores de palcos (sim!) do que para pregadores?

Você está em qual categoria? Qual tem sido o seu desenvolvimento na arte da Pregação? Você tem visto resultados?

(Quem é ensinador, talvez pense que esteja de fora dessa realidade… Não! Todos nós estamos no mesmo barco. Essa é uma verdade inquestionável!). Então vamos lá?

Todos temos ciência da necessidade da Pregação, da exposição da Palavra de Deus aos corações – sejam de cristãos sejam de pecadores -, pois todos necessitam de uma mensagem que conforte, alegre, exorte, repreenda, corrija, instrua e mostre o único caminho para o céu.

A pregação é imprescindível para o crescimento e desenvolvimento da Igreja, para o fortalecimento dos cristãos e para o esclarecimento do pecador.

Porém, para que essa Pregação tenha real efeito e cumprimento dos propósitos para os quais fora designada, é necessários que alguns fatores sejam relevantes e algumas características associadas a mesma.

O Que é Pregação?

“A pregação é a comunicação da verdade aos homens pelos homens. Contém em si dois elementos essenciais: a verdade e a personalidade. Não pode omitir-se nenhum dos dois e ainda ser pregação.”

Estas palavras dão-nos o que há muito tempo tem sido considerada umas das definições mais claras e concisas da pregação. Esta definição foi-nos dada por Phillips Brooks, um pregador norte-americano famoso no século XIX. A pregação tem sido descrita, também, como o transbordar de uma vida, a verdade divina que passa pela peneira da personalidade humana.

A pregação é um meio principal escolhido por Deus e usado na Igreja primitiva para comunicar as Boas Novas às pessoas. E embora a pregação tenha sido alterada no decurso dos séculos, retém, em menor ou maior grau, os elementos originais da proclamação, da evangelização e da instrução que tinha nos tempos do Novo Testamento.

Uma das definições mais importantes da palavra pregar no Novo Testamento, é “proclamar como arauto”. A mensagem da pregação do Novo Testamento era o Evangelho. O apelo era ao arrependimento e à fé, e o objectivo era evangelizar os perdidos.

Esta é a ordem do Novo Testamento da qual se desenvolveu a pregação da atualidade. Sendo assim, a pregação de hoje inclui não só a proclamação do evangelho para a salvação dos perdidos, como também a pregação da Palavra para os crentes serem encorajados e fortalecidos na fé.

Veja, por exemplo, o que Paulo esclarece para Timóteo:
“Que pregues a palavra, instes, a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina” (2 Timóteo 4:2).

Outra definição neotestamentário muito importante da pregação é contar as boas novas, os acontecimentos decorridos do ministério de Jesus Cristo. Isso é visto, principalmente, nos primeiros capítulos do livro de Atos, onde os cristãos saíram por toda as cidades contando o que havia acontecido… E isso por si só, caracterizava uma pregação muito poderosa, pois as pessoas criam naquilo que ouviam.

O Engodo da Falsa Eloquência!

Um erro comum em qualquer pregador (principalmente, iniciantes) é de que pregação poderosa é a que une teatro, palavras de ordem e muito, mas muito movimento. E este caldeirão de fatores, formam uma pseudo-eloquência, que é o pano de fundo de uma pregação poderosa.

Quem estuda, e realmente conhece, as matérias de Homilética, Oratória, Ética e Psicologia Pastoral sabe da importância de uma pregação realmente poderosa; um sermão impactante, pois tanto ativa a fé do ouvinte, quanto inspira-o à uma mudança radical – buscando o pleno desenvolvimento – a partir daquela pregação.

Porém, também, este mesmo pregador sabe que muito do que se identifica como eloquência, nada mais é do que uma falsa eloquência; teatro e manobras psicológicas para levar o povo ao êxtase – na maioria das vezes em benefício próprio.

Eloquência é muito mais amor, compaixão, entrega e abnegação no trabalho de Deus, em prol do crescimento espiritual e da salvação de muitos. Acredito, apartir dessa visão, que a maior eloquência do pregador não está na forma que ele fala, mas na forma como ele demonstra o resultado daquilo que ele fala. Quando mais testemunho verdadeiro, mas eloquência. Quando mais falso testemunho, menos eloquência.

Foi isso que aconteceu com Jesus. Ele falou naturalmente para um multidão (e para isso ele escolheu uma planície, onde pudesse falar sem precisar de gritaria e todos pudessem ouví-lo!), mas mesmo assim, ao final do seu sermão, a multidão percebe algo diferente e afirmam…

“Ao concluir Jesus este discurso, as multidões se maravilhavam da sua doutrina; porque as ensinava como tendo autoridade, e não como os escribas.” (Mateus 7.28,29).

É provável que para muitos hoje, alguém falar como Jesus falara (de forma natural – sem o teatrismo gospel), demonstra falta de espiritualidade, falta de unção, falta de comunhão, falta de autoridade, falta conhecimento… falta de… vergonha! (sim, já ouvi pessoas dizerem: “nem tem vergonha de dizer que prega… ninguém sentiu nada!”).

Aprendendo Com John Piper

A pregação deve ser motivo de exultação (alegria, regozijo, júbilo) e não exaltação, pois mesmo sendo um pesado fardo sobre aqueles que a tomam com responsabilidade, nunca deverá ser um constrangimento exercer tal função – a de pregador.

Pregar é explicar e aplicar o significado da mensagem bíblica, pois ela é a Palavra de Deus, e isso, nos leva a entender que devemos conhecer a Bíblia tão bem a ponto de compreender a sua mensagem para, assim, levarmos esta compreensão aos nossos ouvintes.

Porém, sempre somos tentados a darmos ênfase ao que entendemos do Texto Sagrado e não ao que o Texto quer que entendamos. Acontece com todos – cristãos ou não! E a função do pregador é minimizar estas opiniões opiniões a tal ponto que tudo o que seja dito, tudo o que seja ensinado, tudo o que seja evidenciado, possam ser encontrados na Bíblia, senão na exatidão da palavra dita, mas nos seus princípios.

Pregar é fazer com que os olhos fiquem deslumbrados com a glória de Deus e experimentem alegrias que nunca imaginaram, e isso é muito mais do que fazer apenas as pessoas entenderem a mensagem do Evangelho… Mas, é levarem a vislumbrarem de tal modo esta glória de Deus, a ponto de desejarem a mesma com total intensidade, apartir da compreensão da Palavra.

Finalmente, o pregador deve confiar que Deus é quem se responsabiliza pelo que foi ministrado, capacitando o homem a compreender aquilo que foi ministrado, mediante a atuação do Espírito Santo na Igreja.

Como Aperfeiçoar a Pregação?

Só quero dar um alerta a você… Não seja um extremista. É perigoso! Alguns acreditam que todos os fatores do sucesso da pregação dependem dele – e por isso receiam pregar, acreditando que não estão preparados.

Outros, porém, acreditam que Deus é quem se responsabilidade (inclusive, dando a capacitação) e descuidam do preparo, culminando no fracasso do ministério dado por Deus – e mesmo quando não fracassam totalmente, vivem à margem das grandes possibilidades de desenvolvimento, aperfeiçoamento e maior eficácia do ministério.

Tais extremos são deveras prejudiciais! Por isso, um dos aspectos do fruto do Espírito Santo é o equilíbrio, a moderação… Para que o cristão seja capaz de ponderar tudo que contribui para o seu desenvolvimento espiritual e ministerial.

Mas, o que caracteriza um pregador eloquente, sábio e com autoridade naquilo que fala?

Basicamente 3 fatores! Simples assim!

1. A Palavra é quem transforma. O Evangelho é quem tem o poder de Deus para regenerar o pecador e torná-lo uma nova criatura. Nada substitui a Palavra.

2. O Espírito Santo é quem convence o ouvinte de que aquilo que fora transmitido é real, é a verdade… e necessita ser observado, analisado e colocado em prática.

3. O pregador é o instrumento. É o canal. É a ferramenta utilizada por Deus para proclamação do Evangelho, das boas novas. E como ferramenta, deve ter qualidades que o capacite a tornar-se um arauto, um mensageiro qualificado. Por isso, Paulo orienta Timóteo a manejar bem a Palavra, cuidar para ser irrepreensível, desenvolver habilidades e assim, ser um exemplo para todos, mesmo na sua mocidade.

Nem o Espírito age sem a Palavra. Nem a Palavra converte sem o Espírito. Nem o pregador tem autoridade, se não for demonstração da transformação da Palavra e não manejar bem a Palavra.

Para isso, é necessário aplicar-se ao estudo bíblico e teológico, mas também ao estudo de ferramentas específicas que favoreçam o planejamento, elaboração, transmissão e aplicação das pregações nas igrejas.

Pregando Sem Complicação!

Você ficou desejoso de tornar-se um pregador completo que impacta pessoas e contribui com a transformação de vidas, com uma mensagem eloquente, sábia e amorosa? Então, eu quero lhe apresentar um excelente curso, que vai fazer a diferença na sua vida e no seu ministério.

A vantagem deste curso é que você, também, desenvolverá as suas habilidades de falar em público em qualquer que seja a sua profissão.

Este excelente curso de oratória com ênfase na pregação bíblica é, também, útil para você falar em público, seja como advogado, promotor, gerente, palestrante, conferencista, etc. Você vai se surpreender com a qualidade deste curso.

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